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quarta-feira, dezembro 07, 2011

Ruim com liderança ruim, pior sem liderança alguma


A igreja católica pede socorro contra os muçulmanos mas não considera que pede socorro justamente para os pais dos meninos que êles curraram.

E ainda por cima protegem os criminosos porque são .... santos ....

Com esta atitude estamos, todos, à espera do combate para ver quantos católicos e quantos muçulmanos vão sobrar da nova Guerra Santa .... e acabar com êles.

Assim, ficamos livres de dois carrascos.

O mundo vai assistir a uma guerra santa entre católicos, muçulmanos, comunistas e militares.

A assim chamada sociedade civil organizada é muito covarde para ter de fazer a vida no MERCADO e vai preferir a proteção do Estado de Bem-estar-Social provido ou por católicos, ou por muçulmanos ou por militares.

A Europa é a prova disto.

Não têve coragem de assumir que o MERCADO era o caminho para a paz no continente, preferiu a proteção do Estado e agora pede socorro para os Liberais que terão de pagar as contas dos perdulários.

Esquecem-se, os europeus, que estão com os muçulmanos reproduzindo a taxas de 16 (enquanto a Europa reproduz a uma taxa de 1.6) e que quando os comunistas atacarem novamente não vai haver ninguém atravessando o mar para salvá-los dêles mesmos.

Se Obama tirar todo o aparato militar da Europa os países estarão à sua própria sorte e não saberão como sobreviver ao ataque dos comunistas e depois dos muçulmanos. E eu duvido que os norte-americanos queiram pagar para salvá-los novamente.

Ruim com liderança ruim, pior sem liderança alguma.

terça-feira, novembro 29, 2011

5.000 != 5.000



Um trabalhador assalariado que ganha R$ 5.000,00 por mês paga R$ 15.776,05 de Imposto de Renda por ano.
Um rentista, ou seja, uma pessoa que receba rendimentos do capital, na forma de dividendos ou distribuição de lucro do seu capital, e que receba os mesmos R$ 5.000,00 por mês, em um ano não pagará nada de Imposto de Renda.
Afinal, qual a diferença entre receber renda do trabalho ou do capital? Por que o trabalhador paga Imposto de Renda e o capitalista, não?
Considerando que normalmente o rendimento do capital é maior do que o rendimento do trabalho, podemos afirmar que as maiores rendas são isentas enquanto as menores são tributadas.
A falta de isonomia de tratamento tributário entre as rendas em função de sua origem é fator de INJUSTIÇA FISCAL.


Se um rentista é cobrado pelo que ganha por destinar sua propriedade para uso de terceiros, os terceiros irão pagar para o rentista a mais para  repor o que o rentista perdeu por ter pago impôsto.


Se é justo cobrar impôsto para "igualar as rendas" - a tal da justiça fiscal - então é MAIS JUSTO que não haja a propriedade privada para ser alugada: justiça fiscal para TODOS.


Mas também não haveria razão para haver salário - sem salário, sem impostos - justiça fiscal para todos.


Se não houver salários não haverá empregador - não haverá empresa - e tudo será produzido pelo Estado e distribuído para todos - justiça fiscal para todos.


... creio que já vi êste filme, mas se você ainda não viu, recomendo: www.SovietStory.com.


O fato de um pagar mais que o outro não é significativo, mas o VALOR SOCIAL DA PROPRIEDADE sim, pois o rentista poderia, simplesmente, ter um trabalho de R$ 5.000,00 e NÃO ALUGAR a propriedade, isto é, um outro "trabalhador" ficaria SEM CASA - NÃO TERIA SEU DIREITO À MORADIA ATENDIDO - enquanto o rentista poderia morar em vários lugares e poderia trocar de trabalho, tendo mais chances de aumentar sua renda, pois não teria problema de residir longe do trabalho, por exemplo, e aumentar o impacto do transporte público sôbre o salário que receberia do empregador.


O que você pensa quando vai empregar uma doméstica? Onde ela mora, pois a passagem é mais cara ou mais barata e você paga mais ou menos.


Assim, quando um rentista aluga sua propriedade para um trabalhador agrega ao valor venal de sua propriedade  o VALOR SOCIAL DA PROPRIEDADE na medida em que diminui o número de pessoas sem casa.


Sob o ponto de vista do Estado, qual o custo de oportunidade do valor da casa própria para o Estado construir uma para cada cidadão e qual o custo real para o Estado se a propriedade privada auto-regulada ofertar a demanda da sociedade?


Por isto é IMPOSSÍVEL fazer planejamento central em qualquer ramo da economia.


Cinco mil não têm o mesmo significado na mão de um trabalhador e de um agente de mercado pelo simples fato que no mercado o agente econômico AGREGA valor ao dinheiro, ao passo que no salário o trabalhador já agregou valor ao TRABALHO.


O valor agregado ao trabalho se esgota no trabalhador mas o valor agregado ao dinheiro se reproduz.


Como as responsabilidades são diferentes, entre o trabalhador e o empregador, assim como para o rentista, esta responsabilidade "a mais" - a mais-valia da responsabilidade - deve ser remunerada pelo mercado, ou todos irão trabalhar pela mesma responsabilidade, isto é, não haverá ninguém para assumir um trabalho diferente, MAIS responsável.


Como todos os trabalhos têm posições relativas de responsabilidades diferentes - é o mercado - alguém TEM de assumir uma responsabilidade MAIOR E SER REMUNERADO POR ISTO.


É por esta razão que não existem classes sociais ou conflito de classes, na medida em que as responsabilidade são diferentes e as CAPACIDADES de assumir tais responsabilidades também são diferentes e tais capacidades não criam uma classe social.


É por isto que o COMUNISMO (SOCIALISMO) É ESSENCIALMENTE CORRUPTO.


Porque os INCAPAZES QUEREM TER OS MESMOS DIREITOS QUE OS CAPAZES.


Por isto o mercado é o lugar onde alguém que tem algo para oferecer espera que alguém tenha um uso para o que oferta.


Se não tiver, acumula o prejuízo de não ter vendido nada e o tomador não teria gasto tal quantia.


Assim, o mercado se auto-regula.


Por isto a intervenção do Estado - govêrno - na economia é danosa para todos porque todos ficam impedidos de fazer seu melhor para o equilíbrio da oferta e da procura na medida em que devem satisfazer as imposições do Estado, ao invés de se ocuparem em satisfazerem suas próprias necessidades.

O caminhar da vida



O fotógrafo Nicholas Nixon iniciou em 1975 seu conhecido projeto em andamento - "As Irmãs Brown" - uma compilação de fotos bastante singular. A série é composta por um único retrato (em preto e branco) de quatro irmãs sempre na mesma ordem da esquerda para a direita. 
Aclamada pela crítica a série foi exposta em diversos museus de arte.

A intenção de Nixon foi mostrar como o tempo age sobre nosso corpo. No início as irmãs tinham idade variando de 15 a 25 anos e a mais velha delas, Bebe, é esposa do fotógrafo. 


1975 

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1977

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1979

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1981
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1985

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1989

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1993

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1995

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1997
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1999

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2001
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2003
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2007
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2008

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2010

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O fotógrafo Nicholas Nixon naturalmente 
envelheceu junto com a mulher e as cunhadas.
Pode-se perceber claramente algo que tentamos
esquecer: o tempo é impiedoso para todos...
Mas nos possibilita valorizar os bens eternos em contraponto aqueles que são apenas transitórios.
Nós não estamos aqui a passeio. A velha e batida frase "Não se deve julgar o livro pela capa" encontra, na observação dessas fotos, a sua verdadeira intenção.
Está vendo como o tempo caminha rápido ?
E... tem pessoas que perdem tempo com:
Ódio, raiva, e inveja....
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"AINDA QUE EU FALASSE A LÍNGUA DOS HOMENS E DOS ANJOS...
 
SEM AMOR EU NADA SERIA"

segunda-feira, novembro 14, 2011

As classes sociais 10.000 anos atrás

A “burguesia1 não é uma classe social, é o resultado da busca pela sobrevivência por meio da especialização da sociedade humana em atividades necessárias para atender às necessidades individuais e de grupo familiar (família biológica) onde cada indivíduo tem as mesmas necessidades que outro mas não tem as mesmas habilidades em supri-las, doando ao grupo suas habilidades em alguma tarefa ou atividade que outro indivíduo do grupo não tenha.


Assim, não existem SOMENTE TRABALHADORES na sociedade comunista, o que significa que NÃO É UMA SOCIEDADE “PROLETÁRIA”, pois mesmo nêste cenário (fictício) comunista existirão “proletários” que exercerão atividades que NENHUM outro proletário exercerá, isto é, estarão, os proletários, sujeitos à MESMA ESPECIALIZAÇÃO que condenam na “burguesia”.


Realmente, não é que se trate de algo ser errado por ser burguês, mas ser errado porque favorece a outrem. Se favorecer ao proletariado será “bom”. É uma mentira histórica e historicamente repetida ad nauseum para tornar, a mentira, uma verdade.


Prática esta que é “mantra” Marxista: acuse aos outros do que você fizer.


Segundo Olavo de Carvalho2:


As pessoas normais consideram que o passado é algo imutável e que o futuro é algo de contingente ― “o passado está enterrado e o futuro a Deus pertence”, diz o senso-comum. A mente revolucionária não raciocina desta forma: para ela, o futuro utópico é um objetivo que será inexoravelmente atingido ― o futuro utópico é uma certeza; não pode ser mudado. Por outro lado, a mente revolucionária considera que o passado pode ser mudado (e ferozmente denunciado!) através da reinterpretação da História por via do desconstrucionismo ideológico (Nietzsche → Gramsci → Heidegger → Sartre → Foucault → Derrida → Habermas). Em suma: o futuro é uma certeza, e o passado uma contingência ― isto é, o reviralho total.”


A inversão da moral é uma ferramenta de construção do mundo do futuro e assim é explicado por Olavo de Carvalho:


Em função da crença num futuro utópico dado como certo e determinado, em direção ao qual a sociedade caminha sem qualquer possibilidade de desvio, a mente revolucionária acredita que esse futuro utópico inexorável é isento de “mal” ― esse futuro será perfeito, isento de erros humanos. Por isso, em função desse futuro utópico certo e dado como adquirido, todos os meios utilizados para atingir a inexorabilidade desse futuro estão, à partida, justificados. Trata-se de uma moral teleológica: os fins justificam todos os meios possíveis.“


Pode-se dizer que as ditas “classes sociais” surgiram na humanidade quando a necessidade de prover de alimentos a todo o grupo dependeu de haver alguém que fôsse “especializado” em plantar, outro em identificar o quê plantar, outro em ensinar, outro em fazer a segurança do grupo que faz o plantio, outro da colheita, proteger o grupo de invasores que quisessem se apropriar da produção, da prole, das fêmeas, etc.


Vê-se, pois, que a especialização das atividades da sociedade humana ANTECEDE a organização dos Estados em unidades econômicas, embora você possa dizer: “bem, existia UMA economia lá, afinal”.


Não, não havia, mas podemos ver a economia se olharmos para sociedade humana de 20.000 anos atrás considerando o que se sabe hoje do funcionamento de um sistema produtivo, e por conseqüência, distributivo.


Engels já concordava com esta afirmativa quando dizia: “Por bourgeois society, entendemos a fase do desenvolvimento social, em que a burguesia, a classe média, a classe industrial e comercial dos capitalistas, é a classe dominante, social e politicamente, o que é, presentemente, mais ou menos, o caso em todos os países civilizados da Europa e da América. Ao utilizar as expressões : bourgeois society e industrial and commercial society, propomos, portanto, designar o mesmo estágio de desenvolvimento social”, isto é, afirma que a especialização de parcelas da sociedade humana deveu-se à necessidade de desenvolver-se, isto é, sobreviver e prover a comunidade tôda das condições de subsistência, o provimento dos bens e serviços necessários à sobrevivência.


Logo, ainda como Engels, as “classes sociais” não existem, pois DERIVAM da necessidade de evolução das comunidades humanas e da urgência em prover as comunidades dos produtos e serviços para a sobrevivência e por derivarem, biologicamente, não poderia ser de outro modo, o que significa que não existem as alegadas “classes sociais”.


Isto é, não há condições para ter acontecido diferente: os pobres SERIAM pobres, de qualquer maneira, e isto ter ocorrido NÃO É CULPA DE NINGUÉM. E os pobres TERIAM gerado mais pobres, de qualquer maneira, e isto ter ocorrido NÃO É CULPA DE NINGUÉM.


O fato de afirmarem que existem “classes sociais” é um êrro de compreensão da realidade biológica – a sobrevivência – e do mascaramento dêste êrro com uma “desculpa econômica”, a economia que não existia mas que é perfeitamente visível – a partir de agora – quando se olha para o passado tentando entender porquê as comunidades humanas sobreviveram e como conseguiram atingir êste objetivo sem os conhecimentos que temos hoje.


O fato de entendermos hoje, a partir da biologia – a Teoria Geral dos Sistemas é oriunda da biologia – que a economia existiu antes de sabermos o quê é uma economia não faz a economia que vemos no passado justificar acabar com a economia para instituir um sistema anti-econômico proletarista com base em mentiras ajustadas à Teoria da Evolução e à Mecânica Clássica para parecer razoável.


Um silogismo econômico que não se sustenta à menor crítica, quer sob o ponto de vista econômico, quer sob o ponto de vista da Lógica Formal.


O discurso baseado na mentira – criando conceitos que atendem ao objetivo pré-estabelecido, sem haver qualquer relação com a realidade – o re-Discurso Liberal, em que têrmos como “a burguesia, a classe média, a classe industrial e comercial dos capitalistas, é a classe dominante, social e politicamente” são cunhados para justificar chegar ao fim antecipado, apenas ressalta a verdade escondida na importação dos discursos validados da Ciência3 - que a humanidade se desenvolveu a partir da especialização das populações para atender às necessidades de sobrevivência e que a reprodução da humanidade – a prole da cada grupo, ou família – se deu DENTRO DA COMUNIDADE onde estavam inseridos, criando assim a chamada “classe social”, que SEMPRE EXISTIU e SEMPRE SE REPRODUZIU dentro das mesmas comunidades, cada indivíduo dentro do grupo de onde se originaram seus predecessores.


Assim, é natural saber-se que o filho de um ferreiro teria GRANDES chances de ser um ferreiro – na verdade, se não se tornasse um ferreiro teria a quase certeza de morrer pois não seria mais útil à comunidade e passaria a ser um pêso no consumo dos produtos necessários à sobrevivência, sem a contra-partida de sua produção – e que as chances de um descendente ser diferenciado dentro da comunidade seria quase nula.


Isto não tem nada a ver com a “exploração capitalista”, pois o “capital” já poderia ser identificado há mais de 20.000 anos atrás e, assim, a “exploração do homem pelo homem” já seria a NORMA NATURAL, o que invalidaria tôda a teoria do proletarismo e a culpa do capitalismo.


Ou seja: quem é o “proletário” em 10.000 a.c e quem é êle hoje?


Se não havia um proletário há 10.000 anos atrás fica um pouco difícil localizar um hoje, pois trata-se do mesmo grupo humano vivendo nos mesmos lugares e sob as mesmas circunstâncias: tem de ter comida, água, abrigo e armas para se defender dos predadores e dos seus semelhantes que urgem pela reprodução de seus genes.


As fêmeas capitalistas e as fêmeas socialistas querem o MESMO macho alfa.


Sorte das capitalistas.


No comunismo os machos-alfa estariam, todos, no partido, e as fêmeas também, assim, a tendência de reprodução de alfas tenderia a diminuir e, no limite, os zeta tomariam conta de tudo.


Mais ou menos como eleger um torneiro-mecânico analfabeto funcional e corrupto para presidente de um país e, para “concertar”, eleger uma assaltante de bancos e sequestradora terrorista ... arrependida ... ?


Porque importar o discurso científico para provar sua teoria e recusar o mesmo discurso somente porque não consegue?


Assim, as “definições” que o Mensaleiro Mor Marx cunhou (moeda acadêmica falsificada) para justificar sua “solução final para o capitalismo”, especialmente a definição de burguesia4”, só faz evidente que não se trata nem de uma teoria da economia, nem da sociologia, já que propugnar pelo EXTERMÍNIO DA POPULAÇÃO DE UM PAÍS (e não foi somente de UM) para instalar o comunismo não me parece nada acadêmico nem econômico e tampouco teórico.


Dizer que uma “classe econômica”, que é a origem da cidade – uma gleba de terra cercada por um muro – muro que iria ruir assim que houvesse população especializada o suficiente para garantir a segurança do grupo sem a necessidade de cercar-se de um muro, ser a “classe econômica” do que viria a ser a mesma “cidade” séculos depois não me parece muito acadêmico.


1 Burguesia é uma expressão de origem francesa (bourgeoisu) apareceu no século XI, mas é no século XIII que começa a designar uma camada social específica, formada pelos detentores de fortunas essencialmente mobiliárias (comerciantes, industriais e controladores de dinheiro) e os membros das profissões liberais. É também por essa época que a burguesia, enriquecida pelo desenvolvimento dos negócios, ingressa na cena política. Com o aparecimento da máquina e do sistema industrial, o conceito de burguesia passou a designar o conjunto dos empregadores, em contraposição aos empregados. Assim surgiu a moderna distinção entre a classe burguesa (ou capitalista) e o proletariado; ambas as expressões são de uso corrente nas ciências sociais. Dá-se a denominação de ‘pequena burguesia’ às camadas sociais médias, compostas principalmente de pequenos comerciantes e funcionários. (Grupo 2 – 2H2). Internet em http://www.colband.com.br/ativ/nete/cida/linh/temp/glossari.htm, lido em sábado, 01 de outubro de 2011 às 13:18.




3 A Mecânica de Isaac Newton e a Teoria da Evolução de Charles Darwin.


4 s.f. Classe social dominante no regime capitalista, porque seus membros possuem ou dispõem dos meios de produção. (Esta noção opõe-se, assim, à de classe operária.) Categoria social que compreende as pessoas relativamente abastadas que não exercem qualquer ofício que implique trabalho braçal. (Compreende três categorias: a alta burguesia, que dispõe dos meios de produção; a média burguesia, que compreende os que possuem uma situação de certo destaque nas camadas superiores da economia, ou que exercem profissão liberal; a pequena burguesia, que compreende as camadas médias ou inferiores da indústria e do comércio, e todos aqueles que julgam seus interesses ligados aos da alta e média burguesia.) Consulta em http://www.dicio.com.br/burguesia/, em sábado, 01 de outubro de 2011 às 13:50.

quarta-feira, novembro 09, 2011

República Oclocrática do Brasil


República Oclocrática do Brasil
ou 

União dos Estados Soviéticos Socialistas do Brasil

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Era  Antonio Gramsci, não é, amigo?

Imagino que os filhos desta bêsta, ou de outras bêstas, vão estudar numa escola primária com os filhos dos teus filhos, afinal, não vai haver mais distinções de classe.

Agora que vocês conseguiram, você está feliz?

Imagine um Brasil com mais de 100 milhões destas bêstas fazendo o que bem entendem sem um judiciário para "defender direitos privados", que, certamente, não vão existir mais.

Por mais que tente, não consigo "ver algo no fim do túnel" quando tento olhar para onde você olha.

Chego a pensar, seriamente, que o que você vê, quando "olha", não está lá para ser visto.

Lembro de uma conversa que tivemos em que você salientava a existência de uma "terceira via", creio que era sôbre a eleição da Inglaterra, não recordo bem.

Creio que agora VI a terceira via de que você falava.

Você notou que não existe clima de campanha nas ruas?

Que desde os debates políticos da Constituinte nenhum bar fêz encontros com debates?

Porque não há mais o que debater, não é mesmo?

Na verdade, NUNCA houve um só debate entre um nazista ou comunista e um Liberal.

Que ninguém fala de politica, só do cargo e do dinheiro que conseguem roubar?

Que "nunca nêste País" um marxista debateu com um Liberal?

Se isto é o melhor que nacionais-socialistas e comunistas conseguem fazer se pode concluir que ser  um nacional-socialista ou um comunista é uma questão de caráter, não de ideologia.

Onde está a ideologia em bater na face de uma mulher jornalista? (A jornalista do CQC).

Porque ela é contra-revolucionária?

Da imprensa "burguesa"?

Vocês têm tanto a perder em privilégios que é necessário matar, como estão matando em Rondônia?

E onde está a justificativa ideológica em apoiar tal coisa?

"Danos colaterais" no "esfôrço revolucionário", afinal, era "só uma jornalista, uma inimiga da "revolução" socialista?

Como você explica a "demissão" - êste é um conceito liberal, pois somente pode ser aplicado a "empregados", fruto de uma "relação de trabalho" entre uma "empresa" e um "indivíduo", e NADA disto existe em Cuba - de mais de meio milhão de "trabalhadores" cubanos para serem "aproveitados" em "negócios privados"?

Há mais de cinquenta anos
NÃO EXISTE NADA PRIVADO EM CUBA. Pelo menos é o que os playboys do Caribe, os irmãos Castro,  têm espalhado pelo Mundo afora.

E agora, que perderam a mesada da madrasta Rússia, quem vai pagar a conta dêles? NÓS!

Os nazistas cubanos vão "explicar" que é uma "evolução" e que É SOCIALISTA.

Certamente, isto é compreensível. Depois de cinquenta anos matando gente inocente - e o Mensaleiro RIU do cubano que morreu de fome lutando CONTRA O REGIME NAZISTA DOS CASTRO - fica difícil reconhecer que ERA ERRADO e FAZER O CERTO: do modo LIBERAL.

Esta é, aliás, a explicação do porquê as classes média-baixa, média e média alta VÃO VOTAR NOS NAZISTAS GRAMSCIANOS DO PARTIDO NACIONAL-SOCIALISTA DOS TRABALHADORES DO BRASIL - PT: PARA NÃO RECONHECER QUE ERRARAM. PARA NÃO SEREM PUNIDOS. PARA FICAREM IMPUNES.

A Dilmaldade é parte do clã dos Marinho e frequenta as festas da Globo.

Dilma foi aceita, finalmente, e a Globo faz a campanha do
PT, é a Impresa Oficial do PT.

Para esfaquear os "amigos" durante a noite, bem à La Marca e Maringhela.

Os "'empresários" disputam os terceiros lugares na arquibancada da atenção dos nazistas e comunistas, católicos e evangélicos e se oferecem para serem coadjuvantes no cenário político, e certamente, como seus consumidores, não vão reconhecer que erraram e não querem "pagar sua conta".

Vamos para um cenário de guerra civil, como na Alemanha de Hitler, com os mesmos idiotas pagando as contas dos crimes que serão institucionalizados, como o foram na Alemanha nazista, pelas mesmas côrtes supremas e demais peças do judiciário, que vão legalizar aquilo que o Povo, afinal, ELEGEU!

Uma coisa você e os outros nazistas e comunistas de sua geração esqueceram: sua geração PASSOU.

Agora, serão seus filhos e netos a pagarem a SUA conta.

Isto não ocorreu na Alemanha nazista, porque não houve tempo, não ocorreu na União Soviética, em Cuba, no Leste Europeu e na China porque VOCÊS MATARAM TODOS.

Mas vai acontecer aqui.

Vocês não vão matar todos.

Seus filhos e netos saberão o que vocês fizeram e vocês vão ficar face a face com a sua conta.

Eu estou com minha consciência tranqüila.

Cumpri meu dever cívico para com meus compatriotas, de todos os credos.

Resta o caminho da resistência cívica contra a tirania que você, finalmente, conseguiu implantar no Brasil.

Mas ainda não terminou.

Não será novidade ser taxado de "neo-liberal" e "culpado" por tudo que os "trabalhadores" "sofrem".

Quando você fala de "verdade" e "honestidade" você quer dizer isto: "
O sociólogo Emir Sader se propôs a traduzir para o português uma obra do escritor francês Besançon. Como bom petista, traduziu "equivocadamente" o termo "mnesia", que significa lembrança, por esquecimento, modificando literalmente o sentido e o significado do texto, de forma a atender ideologicamente os seus interesses.

Uma resposta contundente, desmentindo o farsante e fraudulento sociólogo, será divulgada à Nação oportunamente, quando do lançamento de um livro no próximo ano. Serei o primeiro a fazer um comentário pela internet, por conhecer a fraude. Acredito que a tradução "equivocada" será justificada como um engano.
A seguir mais algumas das verdades que vocês, nazistas e comunistas, escondem:

A Farsa das "conquistas" do governo do PT!

De Élio Gaspari, na FSP:

O professor Claudio Salm investigou os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 1996 e 2002 (anos tucanos) e daí a de 2008 (anos petistas). Ele verificou que a ideia segundo a qual Nosso Guia mudou radicalmente a vida do andar de baixo nacional é propaganda desonesta. Estimando-se que no andar de baixo estejam cerca de 50 milhões de pessoas (25% da população), o que se vê nas três Pnads estudadas por Salm é uma linha de progresso contínuo, sem inflexão petista. Em 1996, quando Fernando Henrique Cardoso tinha um ano de governo, 48,5% dos domicílios pobres tinham água encanada. Em 2002, ao fim do mandato tucano, a percentagem subiu para 59,6%. Uma diferença de 11,1 pontos percentuais. Em 2008, no mandato petista, chegou-se a 68,3% dos domicílios, com uma alta de 8,7 pontos. Coisa parecida sucedeu com o avanço no saneamento. Durante o tucanato, os domicílios pobres com acesso à rede de esgoto chegaram a 41,4%, com uma expansão de 9,1 pontos percentuais. Nosso Guia melhorou a marca, levando-a para 52,4%, avançando 11,3 pontos.O acesso à luz elétrica passou de 79,9% em 1996 para 90,8% em 2002. Em 2008, havia luz em 96,2% dos domicílios pobres.Esses três indicadores refletem políticas públicas. Indo-se para itens que resultam do aumento da renda e do acesso ao crédito, o resultado é o mesmo.Durante o tucanato, os telefones em domicílios do andar de baixo pularam de 5,1% para 28,6%. Na gestão petista, chegaram a 64,8% das casas. Geladeira? 46,9% em 1996, 66,1% em 2002 e 80,1% em 2008.O indicador da coleta de lixo desestimula exaltações partidárias. A percentagem de domicílios pobres servidos pela coleta pulou de 36,9% em 1996 para 64,4% em 2008. Glória tucana ou petista? Nem uma nem outra. O lixo é um serviço municipal.Nunca antes na história deste país um governante se apropriou das boas realizações alheias e nunca antes na história deste país um partido político envergonhou-se de seus êxitos junto ao andar de baixo com a soberba do tucanato
BRASÍLIA, A MENTIRA COMUNISTA
Você sabia que o nome da capital do Brasil é uma palavra em russo, que foi escolhida pelos comunistas soviéticos com Oscar Niemeyer para designar a capital do Brasil Comunista da década de 50, época em que o projeto da capital foi gestado?

Que a capital do Brasil é uma adaptação dos bairros proletários de Moscou?

Então faça o seguinte:

1 - vá para o www.google.com;

2 - escolha "ferramentas de idioma";

3 - Na caixa "Traduzir um texto" digite: "BRASIL";

4 - abaixo, escolha os idiomas: português e russo e mande traduzir;

5 - você pode escolher entre "ouvir" e "ler foneticamente".

Em 1990 a União Soviética se desintegrou, como vai acontecer com todos os outros países comunistas e socialistas.

A data do colapso vai depender do quanto o país é fechado.

A China está abrindo o país para o capitalismo em blocos e poderá criar um caminho para a transição.

De um país imperial e atrasado economicamente a China passou para um país comunista e atrasado e agora evolui para um país capitalista.

E isto contradiz Marx e Engels, que declaram que os povos atrasados não poderiam se tornar comunistas e deveriam SER EXTINTOS

Na China, o comunismo foi o período de transição para o capitalismo.

Após a passagem da China para o capitalismo o povo chinês vai demandar instituições políticas que regulem os direitos fundamentais que estão conhecendo com o nôvo sistema econômico e concluir o rito de passagem.

Conhecendo a ditadura do proletariado o povo Chinês tem um rara oportunidade de construir instituições políticas liberais que previna outro período de escravidão.

Cuba é outro momento da ditadura que se transforma em sistema liberal.

Com o fim da mesada da mãe Rússia os playboys do caribe, os irmãos Castro, perderam a fonte do proder opressivo sôbre o povo cubano.

Com o fim da mesada da madrasta, o povo cubano ficou sem  petróleo e sem 80% do alimento que ganhavam da madrasta comunista.

O povo teve de se virar sozinho.

As pessoas tiveram que aprender a produzir comida por sua própria conta e o fizeram.

A ação individual tomada em coletivo, a base de um sistema liberal - iniciativa e propriedade privadas - estava lançada, funcionou e salvou a vida do povo cubano.

Comunidades de proprietários e fazendeiros urbanos foram criadas e cooperativas de consumo foram criadas.

O Povo Cubano perdeu, em média, 9 quilos, pela fome, de alimentos nos primeiros anos da Fome de Energia causada pela quebra da União Soviética.

A saúde pública melhorou pois a restrição calórica e o trabalho pesado tiveram efeito sôbre a saúde das pessoas.

Compre o DVD da resposta do povo cubano em www.ThePowerOfCommunity.org e veja você mesmo(a) o que nós teremos de fazer quando houver o Pico de Óleo aqui.

E haverá.

Mesmo que seja atrasado por novos suprimentos de óleo - o que não será realidade brevemente - o Pico de Óleo é um realidade para todos os povos da Terra.

Precisamos nos preparar para o evento e aproveitar a vantagem que temos de saber do futuro com tempo suficiente para planejar as ações de sobrevivência.

O apêgo à falsificação voluntária da realidade é apenas um aspecto da prepotência falaciosa engendrada pela ideologia totalitária, conhecida vulgarmente como comunismo – que não distingue (pela viseira) os dados corretos da realidade (empíricos), acreditando que o poder deve induzir a qualquer custo a crença dos ‘súditos’ na retórica discursiva, em que o jogo de verdades e mentiras, da realidade e aparência – tem como objetivo claro levar ao desenvolvimento de uma falsa consciência em torno do que acontece no cotidiano, e à sociedade adquirir uma consciência parcial e contingente de si própria, enquanto ‘elles’ disputam o espólio, no velho estilo de ‘guerras de quadrilhas’. E os fatos. Ora, danem-se!,como proclamava o filósofo alemão Hegel (Georg Wilhelm Friedrich Hegel -1770-1831).

O certo é que enquanto orbitam em torno da geopolítica do delírio bolivarianus  – como el teniente-coronel Chávez Frías da Venezuela, casal Kirchner da Argentina, Rafael Correa, presidente do Equador, Daniel Ortega, presidente da Nicarágua, Evo Morales, da Bolívia, os irmãos Raúl/Fidel Castro , de Cuba e demais participantes ocultos do Foro de São Paulo, inclusive o Brasil com seus arreganhos totalitários, omundo do capitalismo liberal progride, mesmo com sucessiva crises.  

Porém, a análise da experiência global – que a viseira ideológica não permite ver ou finge que não vê - indica que a propriedade privada individual – fundamento do sistema econômico capitalista liberal – é a única maneira de gerar prosperidade e riqueza, para todos os que trabalham.
Alguns países como Singapura (ilha do Pacífico), Hong Kong, a Suíça citada e o Kuait, são exemplos atualíssimos do elevado desenvolvimento socioeconômico, fora os EUA contaminado pelo estatismo e a China com seu capitalismo vermelho, que apenas seguiram a fórmula:

 “Além disso, pouco se requer, para levar um Estado da barbárie mais baixa para o mais alto grau de opulência, além da paz, impostos baixos, e uma administração aceitável da justiça; todo o resto é feito pelo curso natural das coisas. Todos os governos que interferem nesse curso natural, que forçam as coisas para outra direção, ou que se empenham em sustar o progresso da sociedade em um ponto específico, não são naturais e para subsistirem têm de ser opressivos e tirânicos”. Introdução de EDWIN CANNAN, p. 20 – in SMITH, Adam. A Riqueza das Nações – Investigação Sobre sua Natureza e suas Causas (Inqury into the Nature and Causes of the Welth of Nations.Edited by Cannan. Dois volumes em um. Chicago the University of Chicago Press, 1976). São Paulo: Abril Cultura, 1983 (coleção Os Economistas – v. I).

A história registra: desde ADAM SMITH – que desenvolveu o conceito de capitalismo – em A Riqueza das Nações, seguido da crítica radical de Karl Marx, assustado com o progresso, em O Capital – a maioria dos sistemas políticos e econômicos das democracias ocidentais – na esteira do capitalismo liberal – desenvolveram-se, ao passo que os países da Europa do Leste – e algumas zonas do Médio Oriente, Ásia e África – onde o comunismo ou socialismo foi o sistema predominante marcharam para a tragédia, ‘nunca vista antes no mundo civilizado’.

É certo também que em nenhum país existe um capitalismo puro, porém também é irrefutável que aqueles que mais se aproximam do livre mercado prosperam muito mais do que os que se regem por diretrizes de burocratas e políticos,notadamente os que buscam enriquecer a custa da vida pública.

E, mais: conciliar a eficiência produtiva, a liberdade e a igualdade são da natureza do capitalismo, sem destruição das instituições e com correção progressiva das desigualdades.

RESUMINDO: desde ADAM SMITH (A Riqueza das Nações – 1776) – só progridem as economias livres. Os países com maior liberdade são ricos e estão progredindo, enquanto os de ‘menor’ liberdade estão na pobreza. NÃO HÁ EXCEÇÃO..

segunda-feira, setembro 12, 2011

Quê Brasil queremos?

Quando você pergunta: Quê Brasil nós queremos?" você espera uma resposta.

Algo do tipo "eu quero um Brasil nacional-socialista", ou "eu quero um Brasil comunista", enfim, cada um vai dar uma resposta à pergunta, que responda à pergunta.

Espera-se que haja alguém com coragem para DIZER O BRASIL QUE QUER.

No entanto, o que se vê é um bando de gente dizendo "o Brasil que NÃO QUEREMOS".

Praticamente tôdas as postagens são sôbre como está tudo errado e quase nada sôbre o que queremos por certo.

Em nosso Grupo de Federalistas eu venho dizer "O Brasil Que Eu Quero", e não há quase ninguém que queira o mesmo Brasil que eu.

Ou eu estou errado, ou está errado o Brasil que eu quero ou ninguém quer nada com nada, apenas falar contra algo que, afinal, todos ajudaram a fazer, uns por omissão, outros por devoção - os católicos, marxistas, evangélicos são fundamentalistas crentes que querem um país crente - o Brasil de sua crença - e não vêem que um Estado não pode ter crença.

Não importa, realmente, qual a crença de cada um - é o livre-arbítrio que determina a crença de cada um - o que importa é se cada um pode construir um País onde TÔDAS AS CRENÇAS possam ser praticadas.

E aí, vamos e venhamos - vocês hão de concordar - um crente não pode construir um País para tôdas as crenças, justamente porque êle já vê UMA crença, e SÓ UMA.

Mas precisamos de TODOS e de SUAS CRENÇAS para construir um País onde TÔDAS AS CRENÇAS sejam livres.

Então porque a maioria fala como se fôsse o líder de todos os outros e a cada dia vemos mais do mesmo?

Porquê, quando alguém propõe algo, as pessoas tendem a dizer que o "algo" que ELAS quere propor - mas não propôem - "não é bem aquilo...", ou deixar implítico?

Tem um grupo que propõe a OBRIGATORIEDADE de funcionários colocarem seus filhos em escolas públicas - e quem propôs esta besteira é um senador que se diz educador - tem outro que quer que os políticos sejam OBRIGADOS a terem seu SIGILO BANCÁRIO QUEBRADO.



E êstes grupos têm milhares de apoiadores!

Tenho a impressão que o FASCISMO - o SOCIALISMO já está em prática no Brasil desde mais de 30 anos - é a "bola da vez": no SOCIALISMO o capital é subjugado e super-taxado para trabalhar SEM MERCADO sob o contrato formal permanente do ESTADO PROLETÁRIO.

Os socialistas são comunistas inteligentes.

O sistema financeiro é ESTATIZADO - o Banco Central determina as TAXAS DE JUROS - não a produção, o Banco Central determina a taxa de INFLAÇÃO - não o clima e o mercado, os transportes são determinados pelo Estado - que planeja o USO DO SOLO para PRODUZIR a especulação imobiliária que é EXECUTADA PELAS IMOBILIÁRIAS - empresas privadas - o ENSINO É ESTATIZADO - as escolas de todos os níveis DEVEM TER AUTORIZAÇÃO para funcionar e os PAIS SÃO PROIBIDOS DE ENSINAR SEUS FILHOS, sendo OBRIGADOS a colocarem suas crianças em escolas com a maioria dos professôres COMUNISTAS.

Os táxis são ESTATIZADOS.

Não existe praticamente NENHUMA INSTÂNCIA DA ECONOMIA E DA POLÍTICA QUE NÃO ESTEJA ESTATIZADA e TODO MUNDO quer mudar PORQUÊ O PAÍS É CORRUPTO.

O Capitalismo de Estado é dominante.
Mas se praticamente TUDO É ESTATAL e TODOS reclamam da CORRUPÇÃO DO ESTADO PORQUE QUEREM MAIS ESTADO?
 
Pergunto a CADA UM DE VOCÊS: vocês sabem quem é o OUTRO do OUTRO?

Existe, realmente, qualquer razão concebível que justifique tôda esta CHORAMBULÂNCIA POLÍTICA E ECONÔMICA?

Eu quero, eu quero, eu quero ...
 
Quando é que alguém vai dizer "eu faço... eu faço ... eu faço ..."?
"O que é que estou fazendo nêste disco? ..."

Êles dizem "Yes we can..." mas não dizem "Yes we shall do!" 

E nós, o que dizemos?