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quinta-feira, abril 28, 2011

O brasileiro sempre deixa tudo para a última hora.

Não quero ser mal-entendido: nota-se uma presença marcante do "brasileiro ruim" no discurso acima.
Quando se alega como as grandes companhias multiancionais entram num país e subjulgam uma economia nacional não seria porque as PESSOAS dêste país se deixam subjugar?
A economia de um país não está nas mãos, literalmente, do povo dêsse país?
Existe um mêdo de as "empresas públicas" brasileiras serem atacadas em uma OPA (oferta de aquisiçao publica), quer seja por especuladores do mercado quer seja por investidores institucionais, e com isto, o Brasil "perder" a "propriedade pública", como se uma "empresa" fôsse um ativo nacional "imexível".
Há quem pense que existem pragas lá fora prontas para atacar a economia de um país, como um cavalo de troia - atacando a economia por dentro e que isto seria "mau".
Não seria justamente a regra do jôgo?
Porque o Gerdau está entrando no govêrno do PT?
Para proteger as empresas dêle, pois êle, sozinho, teria dinheiro para pagar a campanha de qualquer partido político de veia liberal. E, provavelmente, porque chegou à conclusão que não adianta lutar por um país liberal, o povo não quer, simplesmente isto. A maioria da população simplesmente não dá valor à propriedade privada, talvez por ter ficado sem a sua propriedade privada por tanto tempo sob tantos governantes. Depois de ver a que chegaram os "trabalhadores" os próprios trabalhadores devem ter desistido.
Por quê os empresários não desistiriam?
Afinal, no Brasil, o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo é socialista!?
Alguém conhece um só investimento do Gerdau em atividades liberais?
A Gerdau publicou um só livro de Adam Smith, por exemplo?
É comum as pessoas atribuírem aos políticos a tarefa de "impedir" o ataque à economia nacional, como se houvesse uma guerra econômica e a culpa por estarmos perdendo é dos empresários brasileiros que insistem em terem empresas privadas e quererem que Mercados sejam livres, como se isto fôsse um "pecado".
Conceitos religiosos como a crença no proletariado e em um deus salvadores não fazem parte da realidade econômica e política e não há economia ou política se uma nação se submete às crenças, mas são justamente as pessoas com estas características que ligam a chorambulância liberalóide, pedindo por socorro para qualquer deus ou arcanjo ou pajé ou general disponível.
Com êste discurso e com a prática em voga todos vão conseguir o que querem: um salvador, um ditador, um nôvo deus para salvar todo mundo ... de si próprio.
Se os políticos que estão aí são os culpados por não nos salvarem então porque nós votamos nêles?

Agora não somos mais culpados por nossas escolhas? O povo que votou nos políticos que estão aí está errado? Mas então porque os Gaúchos não podem se separar? 
Afinal, quem está "certo"?
E se os que estão no poder hoje estão, é porque souberam chegar lá. Qual nossa contribuição para quem quer chegar lá por nós?
Nós sabemos quem quer chegar lá por nós?
O que estamos fazendo para uma opção diferente?
Se alguém levanta uma hipótese é apedrejado por ambos os lados, e não porque seja uma hipótese ruim, é simplesmente porque se trata de uma hipótese, o que nenhum dos lados quer: êles (os proletaristas e os capitalistas) não querem outras hipóteses porque o que está em jôgo é o TUDO de cada grupo. Estamos na situação de canto: um cão observa você num canto. Se eu me mexer êle ataca ...
E os "liberais" são reativos, historicamente, no Brasil.
O último Liberal que GOVERNOU o Brasil foi S. M. I. Dom Pedro II e o último Liberal que TRABALHOU no Brasil foi o Barão de Mauá.
É por isto que todo mundo odeia a Monarquia e o Liberalismo?
O petróleo não é do Rio porque está no Rio, é o Rio que está no petróleo, quem, ou qual, você pensa que chegou antes?
Analisem o cenário atual e o discurso publicado na internet e verão que um quer dar com libertários nêles (não quer fazer parte de um movimento, quer ser o dono do movimento), outro quer fazer um partido federalista mas com membros de outros partidos e crenças políticas, uma espécie de ecumenismo ideológico e partidário, outro quer salvar a PETROBRAS mas não se importa de perder a economia tôda, outro quer que os políticos resolvam (os políticos que estão aí, bem entendido).
Perdemos o foco há muitos anos atrás e estamos acostumados à visão obnubilada da política imposta pela politicalha praticada por Mensaleiros e Ladras-terroristas, da economia, que é violentada a cada instante por capitalistas de estado que querem que um grupo de terroristas e mensaleiros estatizem tudo que é dêles para não precisarem concorrer com mais ninguém e garantir o "dêles".
Não importa quem seja o dono da PETROBRAS, vai aumentar o preço da gasolina porque é ali que está o lucro dêle: estado ou privado.
Precisamos levar TÔDAS as decisões para o lugar de onde nunca deveria ter saído: a nossa cidade, o MUNICÍPIO.
Se tivermos um sistema de govêrno baseado na Autoridade Local, na Autonomia Local - legislativa, tributária, administrativa, política - então o dinheiro fica no Município, o orçamento federal não vai ter dinheiro para político porque já ficou no Município e é o Prefeito - a pessoa mais importante do Brasil - que vai gastar para atender as necessidades do Povo ... do lugar ... da cidade ... do Município.
Podemos pedir por um sistema federativo verdadeiro em qualquer partido politico. Basta cobrar do candidato a plataforma que NÓS queremos.
Se as grandes empresas querem fazer um trem de alta velocidade, mostrem para os Prefeitos das cidades que é bom que êles compram o projeto.
Isto acabaria com o intermediário no Ministério e tiraria o deputado e o senador da briga por dinheiro que, afinal, jamais deveria ter sido retirado da cidade.
Não estamos à procura de uma ideologia, estamos à procura de um pragmatismo político e social.
Vamos pôr os ideológios a nosso serviço.
Cada um no partido político que escolher.
Temos que ter um "GROUND ZERO" na política para podermos nos encontrar e conversar as medidas efetivas que devem ser tomadas para mudar o que está aí.
A internet oferece "plenty of oportunities" mas usamos os "blogs" e as Listas de Correio para tergiversarmos, trocarmos idéias que não podem ser aplicadas e ofendendo-nos uns aos outros com o aval das comadres ideológicas que não querem competição só para dizermos que não perdemos aquela para aquêle ...
Sempre expulsando alguém que não adere por completo e ousa perguntar ... and what if ... ?
D'ont you hate all those whatif guys?
O brasileiro sempre deixa tudo para a última hora, diria alguém, um popular, entrevistado numa calçada por um jornalista qualquer.
Mas o "outro", aquêle que "sempre chega atrasado", não tem, também, um "outro" que é seu?
O "outro" do "outro" não é você?
Quem chega atrasado, cara-pálida, quem tem de resolver, quem vota direito, quem vota errado ... quem está certo?
Quem é você?

terça-feira, abril 26, 2011

Você está Desorientado a Objetos?

Abandonei o código com o Clipper e o Turbo Pascal, embora não tenha ido tão longe em pascal quanto fui em Clipper (mas quero retomar).

 

Ainda acho o Clipper a melhor linguagem que já foi feita, juntamente com pascal e deixei de programar quando me obrigaram a estudar java na faculdade.

 

Aliás, não estudei, fizemos uma enkrenk na aula e o professor desistiu de ensinar java e ensinou lógica e outras pedras ...

 

Java é como o BASIC: uma praga que vai demorar para ser substituída por uma linguagem de verdade, que apesar de existirem não têm o mesmo interêsse comercial que a linguagem de ligar torradeira à distância.

 

Achei PHP interessante, até porque parece Clipper.

 

Também gostei de Tcl, Objective CAML e Eiffel.

 

Aliás, Eiffel é a única linguagem que respeito. Tanto que está sendo copiada pelas porcarias OO para fazerem-se parecer com LOO.

 

Mas tem tanto código para escrever uma simples linha de programa que desisti da Orientação a Objetos.

 

De tôdas, Ruby é a mais concisa e creio que terá muito maior divulgação quando compilar em nível de OCAML.

 

Aliás, OCAML tem uma vantagem que é "di+": pode ser escrita de modo imperativo, em lista e em OO que compila o mesmo código.

 

Você já leu alguma coisa sôbre OCAML? Tem uma extensão que inclui o XML como objetos e você pode referenciar cada objeto XML individualmente: OCAMLDUCE. Uma grande sacada ...

 

Estou muito prêso ao ERDxDFD em CASE e na Análise Estruturada.

 

Para mim é um pouco difícil mudar tudo para ver a mesma coisa só para agradar o dono de uma metodologia que usa um programa que usa a metodologia.

 

E tudo acaba em java, que não é orientada a objeto e termina num ODBC para cair numa tabela relacional de um banco de dados ... estruturado!

 

Como não existe um objeto de dados e não existe um sistema operacional orientado a objetos, as linguagens "OO" têm de começar tudo de nôvo quando acabam o sistema para cair numa tabela relacional, sem ter passado pelas fases de análise de dados e criação das tabelas.

 

Se existisse um objeto de dados deveria, necessariamente (penso eu), estar somente no Sistema Operacional, que é o único que lida com dados, pois é pelo SO que o aplicativo grava os dados.

 

Logo, deveria haver um Sistema de Arquivos de Dados para gravar os dados no meio físico que os aplicativos deveriam usar como uma mensagem de um objeto para o objeto de dados do SO.

 

But this is just me and my 2cts of mind.

 

Creio que um sistema orientado a objetos é um avanço mas não vejo nenhum avanço em usar linguagens OO sem um sistema operacional OO, pois os objetos (blocos de código) da linguagem não têm uma contrapartida no SO.

 

Assim, acaba tudo em linguagem imperativa e aí o "C" ainda manda.

 

E se é para usar objetos que não falam com objetos prefiro ficar com as linguagens imperativas: clipper (xHarbour) e pascal (FreePascal).

 

Com estas linguagens você pode implementar os objetos e seus métodos (e falar direto com o SO) sem os problemas da cegueira das linguagens OO que não vêem um SOOO.

 

As metodologias e os frameworks de gerenciamento de processos e programação Ágil são novidade para mim.

 

E me parece que estão muito prêsas a uma linguagem de programação que nem é OO: java.

 

Tanto que os cursos sôbre o framework são dados pela MS e em java.

 

Como inventar um objeto de dados em duas vertentes que vivem e dependem de produtos de prateleira que visam o comércio e não são OO?

 

Creio que deveríamos partir de um framework de Análise Orientada a Objetos para terminar em uma Especificação de Codificação, uma espécie de RFC de Código para aplicar aos objetos encontrados pela AOO, para então, o Analista escolher uma linguagem.

 

Estamos prêsos aos provedores de linguagens que manipulam o mercado para vender os serviços que êles prestam com as linguagens dêles, alguns, até, com seus próprios Sistemas Operacionais.

 

Vejo uma espécie de pântano léxico, uma B@bel.

 

Está difícil achar o Esperanto das Linguagens de Programação.

sábado, abril 23, 2011

Nem Deus nem Marx. Somos só nós.

 

Com a politicalha das quadrilhas de políticos, trabalhadores e religiosos financiados por empresários e capitalistas estatistas, com uma juventude sem educação e cultura e cujos heróis morreram assaltando bancos, ou atacando quartéis ou matando companheiros durante o sono ou de overdose ou de aids, nossa sociedade é a sede de uma vida fora de balanço.

Esta é a Revista de Opinião, Fatos e Versões, de notícias e de matérias de interesse técnico nas áreas de conhecimento da Justiça, do Direito, das disciplinas das Tecnologias dos Transportes, Processos, Projetos, Informação e Comunicações.

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