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terça-feira, agosto 23, 2011

Um comêço pode ser qualquer coisa

Eu espero que os Quadros de Debates possam ser um comêço.

Por isto convido as pessoas a participarem. 

Quando participamos de algo que possa parecer distante do que queremos imediatamente, como a construção de um sindicato - estamos debatendo isto lá - podemos ver que participar na elaboração de um estatuto sindical, mesmo não sendo o sindicato da minha categoria econômica, é uma contribuição que eu dou e recebo, além do trabalho colaborativo, que é a base de nossa perdida militância política.

Não só a militância política, mas cultural - quando organizamos ou participamos de um Grupo Coral, por exemplo - estética - quando participamos da organização de uma mostra de arte dos trabalhos de amigos em nosso bairro - ou social - quando ajudamos quem necessita com distribuição de alimentos ou roupa - em uma associação de bairro.

Resgato, aqui, artigo de grande importância para nossas vidas, sôbre militância, de Olavo de Carvalho.

A "visão buguesa" de militância é a de "sujar as mãos", quando na verdade, a nossa "burguesia" é completamente imprestável e não serviria nem para "sujar as mãos".

Precisamos estar conscientes que não queremos nem os trabalhadores NEM os burgueses.

O Liberalismo não pode continuar sendo uma mera visão econômica, temos de torná-lo um Movimento Social, um Movimento Cultural, um Movimento Estético.

Se não houver nenhuma imagem de transcendência e de beleza desprovida de utilidade associada ao Liberalismo os comunistas sempre irão vencer o "debate" - o redebate - repetindo o discurso Liberal - o rediscurso - para fins de instalação de uma economia comunista.

Não pense que os comunistas têm uma visão social, estética ou cultural: isto é o que êles matam em primeiro lugar quando assumem o poder.

Por isto é importante que FAÇAMOS ALGUMA COISA.

Conversar é a que menos dói, menos demanda recursos - e mais compromete.

É por isto que êles conseguiram: com o rediscurso Liberal assumiram a cena e o palco durante os últimos 30 anos SEM QUALQUER OPOSIÇÃO.

Participe.

É importante para todos nós.

quinta-feira, agosto 18, 2011

O capitalismo é biológico




Antes do capitalismo ser econômico, é biológico.


Considerando "O que alegavam contra ele os próprios políticos e os juristas mais conservadores?", cabe a questão: o que é um político e jurista conservador?


Os marxistas são conservadores e reacionários, pois não mudaram nada em sua visão de mundo desde 1830 e, de lá para cá, o Universo ficou sem chão com o advento da Física Quântica.


E não me venham com balela que o Mensaleiro Marx era ... quântico ...


A economia vigente hoje não passa nem de longe pela visada que o idiota do Marx tinha do Mundo então.


Basta ver que as experiências fáticas de implementar a sociopatia política marxiana deu em mais de 100.000.000 de mortos, sem falar na imbecilidade de Marx em dizer que os povos que não pudessem se tornar comunistas deveriam ser EXTERMINADOS.


Considerando que os soviéticos invadiram a Polônia JUNTO com os nazistas - eram aliados quando iniciaram a Segunda Guerra Mundial - e somente se tornaram aliados dos EUA quando foram traídos por Hitler e invadidos pelos nazistas - não vejo onde possa haver lugar para conservadorismo, reacionarismo e fascismo fora do âmbito do nacional-socialismo e comunismo.


Quanto ao projeto "ficha limpa" - " no caso do ficha limpa, o projeto (que agora já é lei vigente) afrontaria um velho e prestigiado princípio constitucional - o da presunção de inocência..." ficou mais do que comprovado que era um projeto de ficha suja pela forma criminosa com que foi "julgado" no STF, com o presidente do Tribunal declarando que não daria o voto de minerva para não entrar para a história da maneira errada, fazendo justamente isto, pois o voto de minerva, no STF, está regulado pelo Regimento Interno do STF assim:


Art. 13. São atribuições do Presidente:

[...]
...
[...]
 
IX - proferir voto de qualidade nas decisões do Plenário, para as quais o Regimento Interno não preveja solução diversa, quando o empate na votação decorra de ausência de Ministro em virtude de:
      a) impedimento ou suspeição;
      b) vaga ou licença médica superior a 30 (trinta) dias, quando seja urgente a matéria e não se possa convocar o Ministro licenciado.



O que êle fêz foi CASSAR o voto de desempate, que não pertence a êle, mas é ATIVIDADE do Presidente que êle DEVERIA TER CUMPRIDO e esta cassação do voto de desempate - o Presidente do STF ESCOLHER não votar - não é prevista nem no Regimento Interno do STF nem na CF88 - salvo melhor juízo e êrro meu.


De maneira que a "lei da ficha limpa" é uma "lei suja", corrompida no nascedouro pelo presidente do STF, que não queria - como não queria seu patrão Luis Inacio Mensaleiro da Silva - que o Roriz fôsse candidato no DF.


Uma lei que foi usada pelos Mensaleiros para ganhar uma eleição que estava perdida.


Roriz nomeou a espôsa, que não sabe nada de política, e ainda teve 30% dos votos.


Duvido que a mariza letrícia tivesse 30% dos votos em qualquer lugar do .br.


Se o projeto da "ficha suja" realmente "estabelece que basta uma condenação provisória, em primeira instância, dispensando o trânsito em julgado, para que o candidato já se veja impedido no seu direito político de disputar eleições" então o  Peluzo estava certo em violar a CF88 e o estatuto do STF, porque, afinal, era uma violação que estava sendo pedida de qualquer maneira - os petralhas não queriam perder DE NÔVO para o Roriz.


Se a constituição diz então é legal: "Isso porque a constituição de 1824 (do Império) admitia como perfeitamente legal a propriedade de negros cativos e portanto, o direito dos proprietários era um direito legitimamente adquirido". Se você lê a constituição dos EUA vai ver que num dia é permitido beber, no outro não é e no seguinte é de nôvo.


Isto se chama PODER DE IMPÉRIO, que vem da legitimidade das eleições.


O poder constitucional da constituição dos EUA advém do PODER DE IMPÉRIO que o povo dos EUA exerce quando elege o CHEFE DE POLÍCIA, o JUIZ do MUNICÍPIO, o ADVOGADO GERAL do MUNICÍPIO, o legislador, o prefeito.


Nas eleições dos distritos estadunidenses o povo pode, simplesmente, contratar uma empresa para administrar a cidade, não existe a figura pétrea do Estado Interventor e provedor que temos aqui.


E êles são a MAIOR NAÇÃO DO MUNDO.


Então não é com esta sanha de intervenção na vida privada das pessoas que vamos consertar qualquer coisa que foi feita no calor da falta de razão de um bando de trabalhadores ignorantes e corruptos que foram eleitos por um povo ignorante e atrasado porque ganhou a promessa de entrar no paraíso, comprar galadeira e financiar automóvel.


A "classe operária" NÃO vai ao paraíso, NUNCA.


E a classe operária é operária por acidente genético e de desenvolvimento da espécie humana, ninguém tem culpa por alguém ter nascido onde nasceu e herdar as expectativas sociais do grupo onde nasceu.


Não vai haver superação desta condição com leis fascistas e Estados interventores nem com revoluções imbecis de assassinos defensores dos "direitos" do proletariado.


Proletariado, aliás, QUE NÃO EXISTE, a não ser na cabeça débil mental de pogreçiçtaç que não vêem um palmo adiante do próprio nariz e querem consertar um mundo que não tem nenhum defeito além dos defeitos que êles trazem para complicar mais o que já é complicado - quando não matam o próprio idioma IMPONDO palavras que não existem - com uma anta de um presidente que quer ser presidenta.


A questão mais básica da "economia" do Mensaleiro Marx é a da apropriação do trabalho de outrem e a produção em excesso para apropriação da bobagem da mais-valia.


Acontece que a produção em excesso é a ÚNICA garantia de sobrevivência se você está em uma comunidade que tem recursos escassos de alimentação e a produção excessiva é garantia de disponibilidade em caso de necessidade e se traduz em fôrça de trabalho economizada quando é feita troca por outra mercadoria ou produto necessário à sobrevivência do grupo que ninguém do grupo produziria.


Com a produção em excesso decorre a necessidade de estoque do excedente e isto gera a necessidade de haver alguém na comunidade que tenha capacidade de construir o estoque e outro para defender o estoque.


Assim, ao contrário do que os comunistas afirmam, a economia não nasce da acumulação de capital, mas da necessidade de sobrevivência e de administrar os excedentes que vão garantir a sobrevivência do grupo e a consequente ESPECIALIZAÇÃO das pessoas nas tarefas necessárias à sobrevivência. Não são CLASSES SOCIAIS, são pessoas especializadas que transmitem sua especialização para a prole como forma de aumentar suas chances de sobrevivência.


É a biologia que gera a economia, assim como foi a biologia que nos deu a Teoria Geral dos Sistemas.


E é a especialização que a sobrevivência cobra que gera o que os idiotas chamam de classes sociais.


E a tal "luta de classes" é uma mentira que êles inventam para sujar a cabeça das pessoas simples que tiveram a vida dura por terem nascido onde nasceram.


E não é culpa dos capitalistas porque quando os primeiros que se tornaram capitalistas o fizeram não foi escravizando os que não eram.


Já estavam em posições relativas diferentes e já haviam se desenvolvido de forma diferente. De qualquer forma os "proletários" não seriam "capitalistas" e os "capitalistas" tinham o diferencial para dominar a sociedade onde estavam todos.


Foi natural.


E a URSS é a prova concreta que a "classe operária não vai ao paraíso".


E os mensaleiros.br são a prova que quando os trabalhadores votam nos trabalhadores para governar elegem o que há de pior justamente porque são trabalhadores e não sabem o suficiente para escolher bem e o melhor.


A desculpa da "justiça social" é outra imbecilidade: como um conceito de justiça pode deixar de ser social para que haja sustentação em pedir por uma justiça social?


Não há justiça entre as pedras nem nas sociedades das abelhas, lôbos.


A justiça É um conceito social: conceito.


É o mesmo que subir para cima ou reivindicar o direito de subir para cima.


Questionar a escravidão é muito fácil porque agora temos uma ética superior àquela do Império.


Mas não esqueçamos que não foram os brancos que inventaram a escravidão negra. Quando os brancos chegaram na África os negros já escravizavam os negros.


Os gregos criaram uma civilização que conquistou grande parte do mundo conhecido então à custa de trabalho escravo.


A democracia é um sistema escravocrata.


Quanto Atenas tinha 300.000 habitantes uns 40.000 eram gregos, o resto era escravo.


Por isto a democracia direta é impossível, tem de ter alguém de plantão - um escravo - para obedecer uma decisão direta.


Êste era o trabalho dos metecos - os profissionais liberais de hoje - que eram escravos com direitos relativos, o que não difere muito do que temos hoje, com profissionais liberais - que ainda assim contratam outros profissionais liberais como EMPREGADOS - e os trabalhadores - os escravos modernos.


O conceito de escravidão é muito relativo e está preso ao tempo.


Se você conta com o apoio do STF, como em "a jurisprudência do STF está se firmando em favor de nossas pretensões" então ... estou fora.


O STF é SUJO.


Creio que a proposta de moralização NÃO PASSA POR INTERVENÇÃO DO ESTADO ou do GOVÊRNO na vida privada de qualquer pessoa.


Temos o dever de priorizar a salvaguarda de nossa privacidade e de nossa individualidade.


É fácil pensar em projetos de lei:


1 - intervém na vida privada de alguém?
1.1 - SIM
              NÃO FAÇA;
1.2 - NÃO
              É ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO?
        SIM
              Vamos ao debate
        NÃO


... qual foi o resultado do jôgo do Grêmio ... isto é mais importante.


Abraços do Cerrado

quarta-feira, agosto 17, 2011

Por um Brasil Para Todos Com Autonomia Local




Federalismo

Quando vários grupos de cidadãos livres — com diferentes línguas, religiões ou normas culturais — escolhem viver sob um quadro constitucional acordado, esperam um certo grau de autonomia local e as mesmas oportunidades econômicas e sociais. Um sistema federal de governo — poder compartilhado em nível local, regional e nacional — confere poder aos eleitos, que elaboram e administram políticas adaptadas para as necessidades locais e regionais. Trabalham em parceria com o governo nacional, devendo cada um deles resolver os muitos problemas que a nação enfrenta.


  • O federalismo é um sistema de poder e de tomada de decisão compartilhados entre dois ou mais governos livremente eleitos, com autoridade sobre as mesmas pessoas e a mesma área geográfica. Garante e protege a capacidade de tomar decisões onde os resultados são sentidos de forma mais imediata — nas comunidades locais, bem como nos níveis mais altos do governo.


  • O federalismo promove a responsabilidade do governo para com as pessoas e incentiva a participação dos cidadãos e a responsabilidade cívica ao permitir que os governos locais elaborem e administrem leis locais.

  • Um sistema federal é reforçado por uma constituição escrita, que concede autoridade e delinea o âmbito das responsabilidades compartilhadas por cada nível de governo.


  • Embora se concorde, de um modo geral, que os governos locais devem satisfazer as necessidades locais, algumas questões são deixadas para o governo nacional. A defesa, os tratados internacionais, os orçamentos federais e os serviços postais são, muitas vezes, citados como exemplos.


  • As leis locais refletem as preferências segundo as quais as comunidades locais escolhem viver — polícia e bombeiros, administração escolar, saúde local e regulamentos sobre a construção são, com frequência, decididos e administrados localmente.


  • Relações intergovernamentais significam que vários governos num Estado Federal (nacional, regional e local) trabalham juntos quando questões de autoridade estatutária implicam na necessidade de tratar as questões de forma cooperativa. O governo nacional tem muitas vezes a autoridade para interceder em disputas entre regiões.


  • Num país geograficamente grande e economicamente diversificado, as disparidades de renda e bem-estar social entre as regiões podem ser tratadas pelo governo nacional através de políticas que redistribuem os impostos arrecadados.


  • Um sistema federativo é receptivo e abrangente. Os cidadãos são livres para se candidatarem a posições no governo em todos os níveis — o governo local e o nacional oferecem a maioria das posições e, talvez, a melhor oportunidade de fazer diferença em suas comunidades.


  • O federalismo proporciona oportunidades múltiplas para os partidos políticos servirem seus eleitores. Mesmo que determinado partido não detenha a maioria no Parlamento ou no Executivo, lhe é permitido participar nos níveis regional e local.


  • E la nave vá ...

    Você não pode exigir que a Lei seja cumprida. Se não foi, não é Lei. Se é e não foi cumprida, não é homem quem deveria cumprir. Se é homem, é corrupto ou covarde.

    O que impede o cumprimento das Leis é a pusilanimidade dos homens.

    "Um País se faz com HOMENS e LIVROS" e o Brasil saiu do Luis Inacio Mensaleiro da Silva - apedeuta - para uma ladra de bancos, sequestradora e torturadora.

    Alguma dúvida?

    Enquanto isto, nós - não nós os Liberais, porque o Povo não é Liberal, é só povo e só quer o que pensa ser de direito deva ser dêle - nós POVO, estamos debatendo e discordando entre nós, por firulas, sem termos uma opinião HEGEMÔNICA que conduza para uma mudança de fato, para não abrirmos mão da nossa "liderança" e reconhecer que alguém - não eu, não você (o eu do outro) - tenha razão e seja, afinal, o condutor do processo. Somos todos "líderes de nós mesmos" e "sermos liderados por outro" é inaceitável.

    Não há muita diferença entre o discurso "burgues" e "proletário": é um só, LIBERAL, mas de um lado com a clássica covardia do "eu não vou sujar as mãos" para o outro lado do "eu sujo as mãos mas a culpa é de vocês".

    E isto nos define como povo.

    terça-feira, agosto 16, 2011

    Um País sem Judiciário elege Mensaleiro e ladra de bancos: êles estão livres.

    Não existe Poder Judiciário no Brasil, temos uma Autarquia Judiciária, que tem sua própria agenda política, faz greve por vencimentos e é poluída por quintos constitucionais que dão emprêgo para um monte de gente.

    Os juízes TÊM de ser eleitos pelo povo para ter PODER DE IMPÉRIO, derivado do Poder Político, conferido somente pelas eleições.

    O Poder Judiciário deve ser refundado a partir do MUNICÍPIO, que é o LUGAR onde o crime é cometido.

    O dinheiro dos impostos TEM de ficar no MUNICÍPIO, que é o lugar onde as pessoas TRABALHAM para produzir êste dinheiro.

    Cada município deve dar 7% do orçamento municipal para sustentar a Unidade Federada - o Estado - e 7% para sustentar a Federação - o Govêrno Federal.

    E os govêrnos DEVEM caber NÊSTE ORÇAMENTO.

    Alguns impostos devem ser instituídos para ajudar no orçamento das UUFF e da Federação.

    TODOS OS IMPOSTOS SÔBRE O SALÁRIO (e vencimentos) e sôbre o faturamento das empresas devem ser CANCELADOS.


    segunda-feira, agosto 15, 2011

    Redicurso, a redefinição do discurso: você ouve seu discurso no outro


    • Gostaria de conversar com vocês sôbre as definições que adotamos para o espectro político: liberal, conservador, reacionário...

    • Marcio Alves Carneiro

      Estas definições - redefinições - são postuladas por quem nos faz oposição mas usa nosso discurso para nos desautorizar.
      Creio que estamos "fazendo o discurso dêles" - o nosso discurso que se apropriaram para serem eleitos - e que é usado contra nós.

      Creio que precisamos REdefinir os têrmos para PROPORMOS o discurso vencedor ao invés de sermos REATIVOS ao nosso próprio discurso apenas porque não somos mais nós que o fazemos.

      Aparentemente, somos oposição de nós mesmos, já que temos de combater nosso próprio discurso na bôca do lôbo e ainda levar a pecha de culpado pelo que êles fazem - vide decálogo de Lênin e o Receituário de Gramsci.

    O Paradigma Perdido


    É por isto que os socialistas e os comunistas não conseguem ver os Mercados. 


    Êles só pensam em têrmos de não deixar o Mercado agir. 


    Nada do que fazem supre as necessidades de modo sustentável desde que depende de tirar de quem tem para distribuir para quem não tem.


    O paradigma da produção - que pode não ser a mesma para todos - é substituído pelo paradigma da distribuição - tem para todos enquanto tem de quem tirar.


    Mas até isto acaba e com isto acaba o regime.


    Como já acabou.


    Agora a manada do Gramsci quer começar tudo de nôvo aqui, nos trópicos, a 45º no Mato Grosso e a -5º no Sul.


    O que vai acontecer comigo se o Estado não intervir mais na economia? No quê eu vou me transformar?


    Você tem de se transformar para saber.


    Avance para 1750 e deixe os Mercados conhecerem você.


    O que nos deixa com mais mêdo é o que mais nos instiga.


    Desde 1888 que o Brasil não é governado por um Liberal.


    Já não está mais do que na hora de voltar para o futuro?


    domingo, agosto 14, 2011

    O Ensino que queremos: podemos?

    Como vemos o ensino e o quê vemos no ensino? O quê queremos no ensino?

    Comento aqui a postagem de Cláudio de Moura Castro, publicada por amigaFB sôbre educação, em citação importada: "Todos os países sérios oferecem currículos ou escolas diferenciadas, para se adequarem aos interesses e ao equipamento intelectual dos alunos que chegam. É pura hipocrisia acreditar que todos cheguem ao ensino médio equipados para lidar com níveis de abstração em assuntos que são ensinados somente nos cursos superiores"


    Prefiro pensar em um sistema educacional eminen-temente propedêutico com níveis de aprendizagem com objetivos diferentes, um para cada momento da vida da pessoa.

    Assim, o primeiro ciclo de ensino envolve a proteção da criança quase-bebê - o maternal, o pré-primário.

    O segundo ciclo envolve o início da brincadeiras de aprendizagem que vai até o que chamávamos de ginásio - é o Curso Primário.

    O terceiro ciclo introduz a pessoa na preparação para a realidade sensível e compreensível - é quando a criança torna-se mais independente e começa a entender o mundo adulto - é o que chamávamos de Ginásio.

    O quarto ciclo é quando a criança começa a deixar de ser criança, conhece a competição e a luta, aumenta o entendimento do próprio corpo e dos outros, se relaciona de forma social, forma suas rêdes sociais e se identifica com idéias, sons, atitudes - é o que chamávamos de Secundário - o científico, o clássico e o ensino técnico.
     
    Nêste Grau podemos ter a preparação para o trabalho e para o ensino, para a pesquisa.

    A Universidade terá, então, a função de levar os conhecimentos da Humanidade para dentro de mais uma mente.

    Até aí, a cidadania está coberta e protegida pelos ensinamentos que a pessoa deverá ter absorvido.

    Por isto os ciclos têm de ter um compromisso com a vida da pessoa, não com o Estado.


    A Universidade deve ter APENAS UM VALOR: o CONHECIMENTO.


    A função da universidade é criar o conhecimento, as escolas técnicas disseminam o conhecimento e os demais ciclos de ensino preparam a pessoa para a vida.

    Os ciclos básicos devem preparar a pessoa para a convivência social, para a competição sem a predação, para os valôres superiores da Ética.

    É aqui que o bonde descarrila.

    Tudo isto são valôres "burguêses" e os comunistas que estão na educação estão comprometidos com a COMPLETA DESTRUIÇÃO DÊSTES VALÔRES.

    Assim, creio que há uma questão política que antecede a educacional.

    Por isto prefiro uma postura FEDERALISTA para a constituição dos podêres LOCAIS, com a promoção da AUTONOMIA LOCAL - do Município - que é o lugar em que a pessoa vive a sua vida e é o local onde a educação é ministrada.

    Creio, assim, que promovermos a adoção de um SISTEMA FEDERALISTA PURO precede tôda e qualquer ação na educação E na política, já que os políticos NÃO QUEREM O FEDERALISMO porque êle ACABA COM A CORRUPÇÃO.

    E os problemas que vemos na educação são os problemas que tiveram - os comunistas de hoje, de aqui - os que querem o fim dos valôres LIBERAIS.

    Num Sistema FEDERALISTA PURO TODO O PODER E O DINHEIRO FICAM NO MUNICÍPIO.

    O Povo vota e elege um Juiz, um Chefe de Polícia, um Advogado Geral, o Prefeito e os legisladores do Município.

    A ação política é a fonte de todo o Poder.

    Esta máxima é seguida hoje por todos nós, que desafiamos a inteligência com a eleição do Luis Inacio Mensaleiro da Silva, por tantas vêzes - o que siginifica que o povo aprendeu, é isto que êle quer - e êle ainda faz a sucessão com uma ladra, assaltante de bancos, assassina, sequestradora, torturadora e terrorista.

    Se ela se dirige assim ao Povo Brasileiro, qual a dúvida?


    O FEDERALISMO

    A AUTONOMIA LOCAL

    Todo o dinheiro gerado no Município FICA no Município, que paga uma contribuição para a manutenção da Unidade Federada - o Estado - e para a Federação, digamos, de 7% do orçamento do Município, para cada ente Federativo.

    Veja como iniciamos com a abordagem de temas ligados à educação para, realmente, iniciarmos com o que vem antes da educação: onde você vai educar, porque quem será educado já está aí esperando.

    Agora resta saber quem é você: um comunista ou um Liberal.

    Mas você não precisa SER nenhum dos dois, ambos esperam que você se convença que cada está certo e que você dê seu apôio ao discurso que professam.

    Detalhe: você NUNCA vai ver um debate entre um comunista e um liberal, porque você vai ouvir praticamente o mesmo discurso social e um discurso econômico completamente diferente.

    E aí você vai entender porque os comunistas falam sozinhos e não deixam ninguém mais falar.

    Mas então, como saber que estou falando com um comunista?

    É fácil.

    Quando você tiver um argumento que vai contra os argumentos dêle (ou dela) você vai ouvir a repetição ad nauseum dos mesmos "argumentos" que já ouviu.

    Você vai se sentir tentando encharcar o nailon: você joga água, bate e escorre, você joga água, bate e escorre, você ...