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quinta-feira, março 28, 2013

O casamento é industrialista?

Eu não quero propor a poligamia, apenas levanto a questão que as alterações que as sociedades modernas estão sofrendo foram obtidas após ação pró-ativa persistente de grupos organizados que buscam na quebra das regras sociais a quebra da própria sociedade, baseada em propriedade privada e núcleo familiar.

Uma visão revolucionária não aceita a célula familiar ou a propriedade privada e essa serve àquela.

A visão de mundo dos fundamentalistas religiosos - de qualquer crença - se adequa à visão marxista e revolucionária de destruição completa da sociedade "injusta" e "infiel" e a morte de todos os que professam o "capitalismo" e o "cristianismo" é um ponto de honra para os "crentes" proletaristas e muçulmanos.

O que está em jôgo não é um direito de alguém, pois não está em debate uma legislação que reconheça o direito privado de alguém fazer o que quiser, mas vincular o direito privado à ação do Estado que patroniza os direitos individuais "regluamentando-os" de modo a "reconhecer direitos humanos".

Considero que cada pessoa tenha o direito de fazer o que quiser sem ferir o direito de outro ao fazê-lo e que o Estado não deve reconhecer tais direitos, apenas proteger a sociedade para que tais direitos sejam gozados individualmente.

O que deve ser regulamentado é como recompor uma situação em que um direito de alguém interfere no direito de outrem.

Direitos sociais, como a previdência pública, não devem ser objeto de legislação com fim de constranger a liberdade individual. Se uma pessoa declarar que outra depende dela e esta condição é necessária e suficiente para a previdência reconhecer a dependência, então não há o que regulamentar.

Ao Estado cabe reconhecer o direito de cada um de prestar tal declaração e a Previdência aceitar.

Não existe relação homoafetiva assim como não existe relação heteroafetiva porque não é o gênero que propõe a relação de afetividade, é apenas mais um mantra que os comunistas usam para desviar o assunto do verdadeiro motivo da reivindicação: destruir as bases e o tecido social de uma sociedade baseada em um conceito religioso de família e na propriedade privada.

O TST declarar que um empregado usando uniforme de uma empresa onde trabalhe é motivo de processos por perdas e danos morais faz parte da mesma ação pró-ativa que visa a destruir as bases da sociedade baseada em iniciativa e propriedade privadas.

A questão é sutilmente posta como sendo de direitos humanos mas não é, é de propriedade, direitos sociais e decisões individuais que não devem (veriam) interferir na condução do Estado.

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